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Manhã de tempo quente, com nuvens se preparando para uma refrescante chuva. Logo no primeiro salto, no treino dos treinos, um dos ciclistas cai e quebra vários raios da roda... nada de mecânico por perto. Em um mundo capitalista, não há nenhum negociante com ideia para trazer uma "oficina itinerante... Nem mesmo os patrocinadores do evento.
Treino da hard tail - qualify. Ciclistas - competidores ainda chegando. rapazes de gravata transformando-se em ciclistas, trocando de roupa na rua, no carro. Fanáticos pelo esporte, adeptos de uma vida saudável, mas para o lado radical e aventureiro. Vale tudo, descer de gravata, de calça jeans... menos sem capacete. Os pilotos da categoria se atrasaram para a saída. alguns não participaram do qualify. a pista está boa; alguns pilotos caem, mas nada fora do normal para um campeonato de Downhill. Para uma novata como eu, que talvez nunca houvesse assistido a uma prova, tudo é muito rápido, mas os pilotos reclamam, dizendo que podiam ter pedalado mais, soltado ou tirado o freio da bike. Imagina uma bike sem freio? Eu eim, coisa de doido! Tá bom, já quase me acostumei com isso, afinal, nada na vida é o que se pode chamar de normal. O qualify termina, mas ainda há pilotos querendo se inscrever... vão correr sem a tomada de tempo. Outros ainda descem, treinando mais um pouco. Às 14 horas, aquele que não estiver aqui, não largará. Volta do almoço. Ainda há pilotos fazendo a inscrição. Música rolando. Os pilotos sobem. Imprensa filmando, fotos.
A tarde passa voando, como os pilotos, todos ansiosos com o tempo. Muita gente descendo, velocidade, tombos, desespero. Ao final, tudo certo, aliás, superando as expectativas. Um evento que uniu cidades, pessoal de Luziânia, Morrinhos, Brasília, e provou que "bike não é coisa de criança" apenas, mas uma paixão que nada no mundo paga ou apaga. Confira as fotos |